Como tudo
que tem e gera vida.
As folhas se desprendem,
em um ciclo perfeito.
A mamãe natureza coordena,
repete as cenas,
do mesmo jeito.
As árvores
seguem esse ritual.
Trocando as roupas,
revelando outra imagem,
de um vento sutil.
Desde março, abril...
diferente paisagem.
No epílogo
dessa estação,
estarão mais resistentes,
então novamente vestidas,
Resistirão.
Ao frio que virá,
e darão os seus frutos,
que alimentarão outras vidas.
É uma viagem linda,
observar essa metamorfose.
Sentir que fazemos parte,
que um dia iremos para o solo,
como se fossemos folhas.
Mariano P. Sousa
Um pouco de poemas, contos, crônicas e tudo que a inspiração me oferecer estarei deixando na escrita, pois esse meio de expresão deixa registrado; como você : pensa, sente e transmite esses sentimentos.
Indicado pela minha amiga Zilda do Blog Somos todos aprendizes
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
5° FESTIVAL DE CONTOS E POESIAS DE SANTA LÚCIA
5° FESTIVAL DE CONTOS E POESIAS DE SANTA LÚCIA
Objetivo- Incentivar a leitura, valorizar a criação literária e abrir espaço para novos autores.
Tema- Livre.
Modalidades- Contos e poesias.
Categorias- Infantil, Juvenil e Adultos. Infantil – até 13 anos. Juvenil – de 14 a 18 anos. Adultos- acima de 18 anos.
Prazo para inscrições: de 23 de Abril a 3 de Agosto de 2010.
Inscrições- Serão gratuitas, podendo participar autores de qualquer localidade, desde que os trabalhos sejam em língua portuguesa. Será aceito 1 (um) trabalho de cada modalidade, podendo o participante concorrer nas duas ou em apenas em uma modalidade.
Os trabalhos devem ser de autoria do participante e ter no Maximo 150 linhas. Os textos devem ser digitados em papel A4, em fonte 12, Times New Roman.
Se enviado por correio o texto ou cd das obras deve vir separado dos dados pessoais do participante. Em envelope menor, lacrado, colocar nome completo, RG, idade, endereço completo, CEP, telefone, email, categoria (infantil, juvenil ou adulta) modalidade (poesia ou conto) e titulo da(s) obra(s). Enviar para
5° FESTIVAL DE CONTOS E POESIAS DE STA LÚCIA a/c de João Minali- Praça Dr. João Acácio e Silva, n° 421- Centro. CEP 14825-000-Santa Lucia, SP
Se enviado por email os dados deverão vir em anexo separado da(s) obra(s).
Por email enviar para 5festcopo@gmail.com
Os trabalhos fora do padrão proposto não serão aceitos.
Premiação- Certificados, troféus artísticos e livros. Serão premiados 10 contos e 10 poesias categoria adulta e 5 contos e 5 poesias categorias infantil e juvenil totalizando 40 vencedores.
Júri- As obras serão julgadas por um júri composto de 5 jurados para cada categoria sob anonimato dos autores.
Os critérios serão originalidade, criatividade, organização de idéias, escolha do tema e normas gramaticais. A decisão do júri é soberana, portanto irrecorrível.
Eventos- O festival contará com dois eventos (saraus) com teatro, música, artes plásticas, artesanato, coral, dança, poesias, contos e etc. O primeiro sarau será no dia 11 de junho de 2010 no espaço cultural Lélia Abramo, situado na rua Andrelino Alves Pinto, 170- Jardim Floridiana- Araraquara/SP a partir das vinte horas.
A divulgação dos vencedores da seletiva de literatura (contos e poesias) será no 2º sarau, dia 22 de outubro de 2010 na barraca de festas Santa Luzia localizada na Rua Coronel Luiz Pinto 210, centro, Santa Lúcia/ SP a partir das vinte horas.
Mais informações: João Minali (16) 33961399 ou Thiago Brito (16) 3335-3455
APOIO- PREFEITURA MUNICIPAL DE STA LÚCIA
JJM USINAGEM, COLMEIA CULTURAL E G.U.T.E
Acompanhem e compartilhem através do nosso blog http://festcopo.blogspot.com
Objetivo- Incentivar a leitura, valorizar a criação literária e abrir espaço para novos autores.
Tema- Livre.
Modalidades- Contos e poesias.
Categorias- Infantil, Juvenil e Adultos. Infantil – até 13 anos. Juvenil – de 14 a 18 anos. Adultos- acima de 18 anos.
Prazo para inscrições: de 23 de Abril a 3 de Agosto de 2010.
Inscrições- Serão gratuitas, podendo participar autores de qualquer localidade, desde que os trabalhos sejam em língua portuguesa. Será aceito 1 (um) trabalho de cada modalidade, podendo o participante concorrer nas duas ou em apenas em uma modalidade.
Os trabalhos devem ser de autoria do participante e ter no Maximo 150 linhas. Os textos devem ser digitados em papel A4, em fonte 12, Times New Roman.
Se enviado por correio o texto ou cd das obras deve vir separado dos dados pessoais do participante. Em envelope menor, lacrado, colocar nome completo, RG, idade, endereço completo, CEP, telefone, email, categoria (infantil, juvenil ou adulta) modalidade (poesia ou conto) e titulo da(s) obra(s). Enviar para
5° FESTIVAL DE CONTOS E POESIAS DE STA LÚCIA a/c de João Minali- Praça Dr. João Acácio e Silva, n° 421- Centro. CEP 14825-000-Santa Lucia, SP
Se enviado por email os dados deverão vir em anexo separado da(s) obra(s).
Por email enviar para 5festcopo@gmail.com
Os trabalhos fora do padrão proposto não serão aceitos.
Premiação- Certificados, troféus artísticos e livros. Serão premiados 10 contos e 10 poesias categoria adulta e 5 contos e 5 poesias categorias infantil e juvenil totalizando 40 vencedores.
Júri- As obras serão julgadas por um júri composto de 5 jurados para cada categoria sob anonimato dos autores.
Os critérios serão originalidade, criatividade, organização de idéias, escolha do tema e normas gramaticais. A decisão do júri é soberana, portanto irrecorrível.
Eventos- O festival contará com dois eventos (saraus) com teatro, música, artes plásticas, artesanato, coral, dança, poesias, contos e etc. O primeiro sarau será no dia 11 de junho de 2010 no espaço cultural Lélia Abramo, situado na rua Andrelino Alves Pinto, 170- Jardim Floridiana- Araraquara/SP a partir das vinte horas.
A divulgação dos vencedores da seletiva de literatura (contos e poesias) será no 2º sarau, dia 22 de outubro de 2010 na barraca de festas Santa Luzia localizada na Rua Coronel Luiz Pinto 210, centro, Santa Lúcia/ SP a partir das vinte horas.
Mais informações: João Minali (16) 33961399 ou Thiago Brito (16) 3335-3455
APOIO- PREFEITURA MUNICIPAL DE STA LÚCIA
JJM USINAGEM, COLMEIA CULTURAL E G.U.T.E
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terça-feira, 20 de abril de 2010
O homem e o tempo extinguem
A árvore não é mais aquela,
entanguiu, regrediu muchou.
O passarinho que cantava para mim,
desistiu, bateu asas e voou.
O cachorro que latia a me ver,
ficou velho vive encostado à parede.
Não encontro a bica e o olho d’ água,
onde no verão eu saciava minha sede.
O riacho onde eu ouvia a cachoeira,
foi extinto, virou um caminho de pedras.
A areia que só existia no caminho,
está em todo o canto, só se passa se a ela arreda.
O que era sombra está virando descampado,
a solidão, o vazio, o deserto...
Sou testemunha dessa destruição desenfreada,
preferiria não ser, nem estar por perto.
A jaqueira que matava minha fome,
a cigarra que cantava suas trilhas.
O zebu que bebia na beira do rio,
não percebo mais todas essas maravilhas.
Voltar aqui me fez um corte por dentro,
destruiu o verde da minha alma.
Borrou o quadro que eu pintei na infância,
é céu sem azul, olhos sem íris, mãos sem palma...
Mariano P. Sousa
entanguiu, regrediu muchou.
O passarinho que cantava para mim,
desistiu, bateu asas e voou.
O cachorro que latia a me ver,
ficou velho vive encostado à parede.
Não encontro a bica e o olho d’ água,
onde no verão eu saciava minha sede.
O riacho onde eu ouvia a cachoeira,
foi extinto, virou um caminho de pedras.
A areia que só existia no caminho,
está em todo o canto, só se passa se a ela arreda.
O que era sombra está virando descampado,
a solidão, o vazio, o deserto...
Sou testemunha dessa destruição desenfreada,
preferiria não ser, nem estar por perto.
A jaqueira que matava minha fome,
a cigarra que cantava suas trilhas.
O zebu que bebia na beira do rio,
não percebo mais todas essas maravilhas.
Voltar aqui me fez um corte por dentro,
destruiu o verde da minha alma.
Borrou o quadro que eu pintei na infância,
é céu sem azul, olhos sem íris, mãos sem palma...
Mariano P. Sousa
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Prêmio dardos
”Com o Prêmio Dardos se reconhece os valores de cada blogueiro, que mostra a cada dia seu empenho em transmitir valores culturais, éticos, culturais, pessoais, etc.Que demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está entre suas artes, suas letras, suas palavras ...
Tentarei lembrar os endereços para cumprir com as regras abaixo
1.Aceitar e publicar o prêmio, juntamente com o nome e o link de quem te indicou.
2.Oferecer O prêmio para os 15 blogs e comunicar os da indicação.”
O Texcto é da Márcia....Vou citar os nomes para os premiados levarem:Eu recebi da amiga Zilda!
1-Bond
2-Asas Rosasea
3-Viver é pura magia
4-Caleidoscópia
5-Compartilhar e aprender
6-Fernanda Poemas
7-Majoli
8-Minha vida é um blog aberto
9-Nova coletânea
10-Palavras ao vento
11-Palavras escritas
12-Delírios das borboletas
13-Laços de amor
14-Meu caderno de poesias
15-Esconderijo
Grande abraço em todos os amigos!
Tentarei lembrar os endereços para cumprir com as regras abaixo
1.Aceitar e publicar o prêmio, juntamente com o nome e o link de quem te indicou.
2.Oferecer O prêmio para os 15 blogs e comunicar os da indicação.”
O Texcto é da Márcia....Vou citar os nomes para os premiados levarem:Eu recebi da amiga Zilda!
1-Bond
2-Asas Rosasea
3-Viver é pura magia
4-Caleidoscópia
5-Compartilhar e aprender
6-Fernanda Poemas
7-Majoli
8-Minha vida é um blog aberto
9-Nova coletânea
10-Palavras ao vento
11-Palavras escritas
12-Delírios das borboletas
13-Laços de amor
14-Meu caderno de poesias
15-Esconderijo
Grande abraço em todos os amigos!
domingo, 17 de janeiro de 2010
Uma testemunha, um nó na garganta
Nasci na Fazenda duas Barras em Mutuípe no Sudeste da Bahia.
Lá existia um riacho chamado água comprida.
Quando criança esse riacho era meu play station, meu shopping center, meu computador...
Ali eu tinha todas as diversões que as crianças de hoje encontra nas lojas, na internet...
Aquele riacho tinha: piaba, pitu, camarão sapateiro, camarão cavalo, traíra, jundiá, caranguejo mirim, entre outras delícias de peixes e crustáceos
Mas o principal, a água doce e límpida, fria, gostosa pra tomar banho, brincar inventando junto com outras crianças todo tipo de brincadeira.
Quando chovia, a sua água ficava barrenta e eu pegava meu anzol artesanal, sim porque era vara de bambu uma linha qualquer, e ia correndo pescar jundiá e pitu.
Porém, vinte e poucos anos depois de deixar aquele pedaço de chão querido, eu chamei a família pra irmos até lá e assim eles conheciam aquelas coisas, das quais eu tanto falava.
Eu estava de férias, então compramos as passagens e viajamos, chegando lá, ansioso pra mostrar toda aquela beleza.
Abraços em parentes que eu deixara quando criança e outros que eu ainda nem conhecia.
Aí depois dos abraços eu falei vamos pro riacho, a proposta ficou meio que no ar, é que alguns mais novos que ali estavam nem conheceram o riacho da água comprida.
Então fiquei sabendo a triste notícia ele secou, morreu, sumiu, foi extinto pelas mãos do homem, pelo desmatamento!
Agora meus filhos não acreditam em mim, eu fiz propaganda enganosa! Senti um nó na garganta uma tristeza, e a vontade de voltar naquele mesmo momento!
Eu sou uma testemunha, não é história da televisão!
Mariano P. Sousa
Ah!
Estarei viajando , voltarei dia: 24/01/2010
Abraço apertado em todos os amigos!
Lá existia um riacho chamado água comprida.
Quando criança esse riacho era meu play station, meu shopping center, meu computador...
Ali eu tinha todas as diversões que as crianças de hoje encontra nas lojas, na internet...
Aquele riacho tinha: piaba, pitu, camarão sapateiro, camarão cavalo, traíra, jundiá, caranguejo mirim, entre outras delícias de peixes e crustáceos
Mas o principal, a água doce e límpida, fria, gostosa pra tomar banho, brincar inventando junto com outras crianças todo tipo de brincadeira.
Quando chovia, a sua água ficava barrenta e eu pegava meu anzol artesanal, sim porque era vara de bambu uma linha qualquer, e ia correndo pescar jundiá e pitu.
Porém, vinte e poucos anos depois de deixar aquele pedaço de chão querido, eu chamei a família pra irmos até lá e assim eles conheciam aquelas coisas, das quais eu tanto falava.
Eu estava de férias, então compramos as passagens e viajamos, chegando lá, ansioso pra mostrar toda aquela beleza.
Abraços em parentes que eu deixara quando criança e outros que eu ainda nem conhecia.
Aí depois dos abraços eu falei vamos pro riacho, a proposta ficou meio que no ar, é que alguns mais novos que ali estavam nem conheceram o riacho da água comprida.
Então fiquei sabendo a triste notícia ele secou, morreu, sumiu, foi extinto pelas mãos do homem, pelo desmatamento!
Agora meus filhos não acreditam em mim, eu fiz propaganda enganosa! Senti um nó na garganta uma tristeza, e a vontade de voltar naquele mesmo momento!
Eu sou uma testemunha, não é história da televisão!
Mariano P. Sousa
Ah!
Estarei viajando , voltarei dia: 24/01/2010
Abraço apertado em todos os amigos!
sábado, 28 de novembro de 2009
UMA IDÉIA QUE ESTÁ CAMINHANDO E CONQUISTANDO NOVOS ESPAÇOS, GRAÇAS AO EMPENHO DE SEUS ORGANIZADORES E ESCRITORES.
Nova Coletânea traz a(s)OBRA(s) de (MARIANO P.SOUSA) às páginas 29 e 61 de sua 5ª Antologia Literária
Uma grande aventura literária se inicia agora em nosso país e, por que não dizer, pelo mundo. Um grupo descolado de autores que acreditam no seu potencial resolveu vir à tona e ocupar o espaço que lhe é devido.
De diversas regiões do país, incluindo países da Europa, Asia, África, América Latina e América do Norte, escritores de contos, crônicas e poemas mostram a que vieram, publicando em conjunto um livro que vai dar o que falar:
LIVRE PENSAR LITERÁRIO
Já pensou por um momento em ser livre para falar e mostrar o que pensa sobre a vida ao mundo, por meio da palavra impressa e eternizar esse pensamento para que futuras gerações saibam a sua versão da história.
Pois bem, como o jovem escritor Kesso (Auricélio) de Fortaleza bem explica em seu poema "Palavras" se soubéssemos a importância dela, pensaríamos bem, muito bem antes de falar algo.
A antologia é um marco nas ações do Projeto Nova Coletânea e produzirá sua 5ª edição, ultrapassando o número anterior de 118 autores e 170 OBRAS publicadas, além de chegar a mais três continentes.
Nesta antologia chegaremos através de nossas páginas a:
América do Sul - América Latina - América do Norte (novo) - Europa - Ásia (novo) - África (novo)
Em vários países:
Argentina - Brasil - Espanha - Japão - México - Moçambique
Alcançaremos novos Estados brasileiros:
Paraná - Paraíba - Ceará - Santa Catarina
Homenagearemos uma brilhante autora mineira:
CIRENE FERREIRA ALVES
(Academia de Letras de Viçosa)
MARIANO P. SOUSA
REPRESENTANTE DO ESTADO DE SÃO PAULO
Minhas OBRAS na antologia são: SABRINA TENTANDO SOBREVIVER E A CAMIONHADA INTERROMPIDA
Os autores selecionados para a antologia são:
01 Crepe da China – Cirene Ferreira Alves
02 Poderosos Palradores – Constança Chaves
03 Avesso – Rozimar Gomes
04 O Poder de Ouvir – Flávia Simplicio
05 Alma em Vitral - Maria Geilza
06 Pensamento à toa - Júlio de Castro Paixão
07 Tereza - Cirene Ferreira Alves
08 Cidade de Pedras - Íris Maikon
09 Verso Calado - Soninha Porto
10 A Lógica da Plataforma Eleitoral - Fernando Soares Campos
11 A Geografia da Língua Portuguesa - Neri França
12 Desde os Idos da Torre de Babel - J. Levy
13 A Lenda do Olho D'água - Júnior Fonseca
14 Tristeza & Borboleta - Marla Rebel
15 Abandonada - Suely Ribella Lima
16 Procuras - Soninha Porto
17 Minicontos à beira-mar - Wilson Gorj
18 Se Eu Fosse e Pudesse - Rozimar Gomes
19 Cuida-te de Ti - Íris Maikon
20 A Gaveta Assassina – Aristides Ferreira Filho
21 Misteriosa Arte - Ângelo José de Carvalho
22 Crucificado - Dora Dimolitsas
23 A Prostituta - Cilla Adriana Alves
24 Visitinhas de Dona Zefa - Maria Angélica
25 Palavras - Auricélio Silvestre dos Santos
26 Tau - Júnior Fonseca
27 Arte de Viver - Flávia Simplicio
28 Celebração - Suely Ribella Lima
29 SABRINA TENTANDO SOBREVIVER -MARIANO P. SOUSA
30 Purpurina - Carla Ivana
31 Mentiras - Suely Ribella Lima
32 Dor de Amor - Renata Ragagnin
33 Para um Mundo Melhor - Flávia Simplicio
34 Filha da Lua - Ivaneti Nogueira
35 Espelho de Riacho - Júnior Fonseca
36 O Baú das Canções Celestinas - Edir Resende
37 Um Dia na Roça - Ângela Togueiro
38 Velho Jornal de Amanhã - Herbert Sena Silva
39 Lembranças dos Solitários Sonhos Póstumos - Íris Maikon
40 Minicontos à beira-rio - Wilson Gorj
41 Saudades de Minha Casa - Íris Maikon
42 Razão - Flávia Simplicio
43 Menino Aquário - Juan Guinot
44 Tempo - Maria Geilza
45 O Catador - Roberto Siuves
46 O Boi, a Estrada e o Berrante Bravo - José Mauro
47 Quando Você se Foi - Íris Maikon
48 A Caminho do Martírio - Samuel C. Costa
49 A Natureza - Júlia de Freitas
50 Amor Sincero - Osvaldo Lima da Silva
51 Enquanto a Luz se Vai Acesa... - Iasmine Zaidan
52 Saudades do Pai Amado - José Mauro
53 Beco sem Saída - Adérito Mazive
54 O Menino do Futuro - Dhiego José Caetano
55 Seja como for - Flávia Simplicio
56 O Encontro - Heraldo Jannotti
57 A Química em Minha Vida – Josimar Santos
58 O Dono da Clepsidra - Juan Guinot
59 Contrato do Relacionamento Perfeito – Marla Rebel
60 Niñez Mancillada - (Zeltia Gaias) Sandra Rey Mosteiro
61 A CAMINHADA INTERROMPIDA - MARIANO P. SOUSA
62 Estella - Diana Rios
63 Mktlove - Juan Guinot
64 Eu, Navegante - Valdeck Almeida de Jesus
65 Senhora - Carlos Conrado
66 Introduction of Maya's Universe - Maya Murofushi
67 Eu Vi – Bruno Resende Ramos
68 Sustentabilidade - Bruno Resende Ramos
Uma grande aventura literária se inicia agora em nosso país e, por que não dizer, pelo mundo. Um grupo descolado de autores que acreditam no seu potencial resolveu vir à tona e ocupar o espaço que lhe é devido.
De diversas regiões do país, incluindo países da Europa, Asia, África, América Latina e América do Norte, escritores de contos, crônicas e poemas mostram a que vieram, publicando em conjunto um livro que vai dar o que falar:
LIVRE PENSAR LITERÁRIO
Já pensou por um momento em ser livre para falar e mostrar o que pensa sobre a vida ao mundo, por meio da palavra impressa e eternizar esse pensamento para que futuras gerações saibam a sua versão da história.
Pois bem, como o jovem escritor Kesso (Auricélio) de Fortaleza bem explica em seu poema "Palavras" se soubéssemos a importância dela, pensaríamos bem, muito bem antes de falar algo.
A antologia é um marco nas ações do Projeto Nova Coletânea e produzirá sua 5ª edição, ultrapassando o número anterior de 118 autores e 170 OBRAS publicadas, além de chegar a mais três continentes.
Nesta antologia chegaremos através de nossas páginas a:
América do Sul - América Latina - América do Norte (novo) - Europa - Ásia (novo) - África (novo)
Em vários países:
Argentina - Brasil - Espanha - Japão - México - Moçambique
Alcançaremos novos Estados brasileiros:
Paraná - Paraíba - Ceará - Santa Catarina
Homenagearemos uma brilhante autora mineira:
CIRENE FERREIRA ALVES
(Academia de Letras de Viçosa)
MARIANO P. SOUSA
REPRESENTANTE DO ESTADO DE SÃO PAULO
Minhas OBRAS na antologia são: SABRINA TENTANDO SOBREVIVER E A CAMIONHADA INTERROMPIDA
Os autores selecionados para a antologia são:
01 Crepe da China – Cirene Ferreira Alves
02 Poderosos Palradores – Constança Chaves
03 Avesso – Rozimar Gomes
04 O Poder de Ouvir – Flávia Simplicio
05 Alma em Vitral - Maria Geilza
06 Pensamento à toa - Júlio de Castro Paixão
07 Tereza - Cirene Ferreira Alves
08 Cidade de Pedras - Íris Maikon
09 Verso Calado - Soninha Porto
10 A Lógica da Plataforma Eleitoral - Fernando Soares Campos
11 A Geografia da Língua Portuguesa - Neri França
12 Desde os Idos da Torre de Babel - J. Levy
13 A Lenda do Olho D'água - Júnior Fonseca
14 Tristeza & Borboleta - Marla Rebel
15 Abandonada - Suely Ribella Lima
16 Procuras - Soninha Porto
17 Minicontos à beira-mar - Wilson Gorj
18 Se Eu Fosse e Pudesse - Rozimar Gomes
19 Cuida-te de Ti - Íris Maikon
20 A Gaveta Assassina – Aristides Ferreira Filho
21 Misteriosa Arte - Ângelo José de Carvalho
22 Crucificado - Dora Dimolitsas
23 A Prostituta - Cilla Adriana Alves
24 Visitinhas de Dona Zefa - Maria Angélica
25 Palavras - Auricélio Silvestre dos Santos
26 Tau - Júnior Fonseca
27 Arte de Viver - Flávia Simplicio
28 Celebração - Suely Ribella Lima
29 SABRINA TENTANDO SOBREVIVER -MARIANO P. SOUSA
30 Purpurina - Carla Ivana
31 Mentiras - Suely Ribella Lima
32 Dor de Amor - Renata Ragagnin
33 Para um Mundo Melhor - Flávia Simplicio
34 Filha da Lua - Ivaneti Nogueira
35 Espelho de Riacho - Júnior Fonseca
36 O Baú das Canções Celestinas - Edir Resende
37 Um Dia na Roça - Ângela Togueiro
38 Velho Jornal de Amanhã - Herbert Sena Silva
39 Lembranças dos Solitários Sonhos Póstumos - Íris Maikon
40 Minicontos à beira-rio - Wilson Gorj
41 Saudades de Minha Casa - Íris Maikon
42 Razão - Flávia Simplicio
43 Menino Aquário - Juan Guinot
44 Tempo - Maria Geilza
45 O Catador - Roberto Siuves
46 O Boi, a Estrada e o Berrante Bravo - José Mauro
47 Quando Você se Foi - Íris Maikon
48 A Caminho do Martírio - Samuel C. Costa
49 A Natureza - Júlia de Freitas
50 Amor Sincero - Osvaldo Lima da Silva
51 Enquanto a Luz se Vai Acesa... - Iasmine Zaidan
52 Saudades do Pai Amado - José Mauro
53 Beco sem Saída - Adérito Mazive
54 O Menino do Futuro - Dhiego José Caetano
55 Seja como for - Flávia Simplicio
56 O Encontro - Heraldo Jannotti
57 A Química em Minha Vida – Josimar Santos
58 O Dono da Clepsidra - Juan Guinot
59 Contrato do Relacionamento Perfeito – Marla Rebel
60 Niñez Mancillada - (Zeltia Gaias) Sandra Rey Mosteiro
61 A CAMINHADA INTERROMPIDA - MARIANO P. SOUSA
62 Estella - Diana Rios
63 Mktlove - Juan Guinot
64 Eu, Navegante - Valdeck Almeida de Jesus
65 Senhora - Carlos Conrado
66 Introduction of Maya's Universe - Maya Murofushi
67 Eu Vi – Bruno Resende Ramos
68 Sustentabilidade - Bruno Resende Ramos
terça-feira, 19 de maio de 2009
Aos amigos que prestigiam meus escritos
Meus caros amigos!
A Nova Coletãnea através do amigo Bruno Ramos Resende e seu belo trabalho de publicação e dvulgação de novos escritores acaba de lançar na nona Bienal do livro de Salvador A Antologia "Contos e Crõnicas" para viagem.
Nessa Antologia tem um trabalho meu intitulado "Quando a bondade prevalece"
Aqui há alguns comentários e eu quero dividir com vocês.
Mariano Pereira de Souza - Escritor da Nova Coletânea
Mariano Pereira de Souza é poeta, contista e músico. Nasceu em Laje, no Estado da Bahia, perdeu seus pais quando tinha 2 anos, período em que foi morar com os avós. Após os seus 18 anos, mudou-se para São Paulo, onde vive até hoje. Casado com Elizabete da Silva Souza, tem um casal de filhos adolescentes, os quais julga serem suas jóias. Adora escrever por considerar a escrita um meio de registrar os degraus da escada da vida: alegrias, tristezas e façanhas ; sobretudo, quer passar o sentimento que tem aos leitores.
É ele que diz em sua poesia O próprio carisma em pessoa
-----------------------
Estou voltando pra mim,
buscando o meu eu.
Revelando minhas certezas,
no centro do meu universo,
relembrando pequenas coisas,
mas que, pra mim, representam tanto...
O escritor tem grande sensibilidade e um trato peculiar com as imagens que sugere por meio de suas metáforas ou pela personalidade delineada de seus personagens. O fio emocional do discurso sempre revelará uma questão humana emocional ou familiar a ser trabalhada e desenvolvida. O amor em todas as nuances empreende uma verdadeira luta para se consolidar como resultado benéfico à vida de quem lhe credita a devida importância. Não foi diferente na narrativa que compôs para a antologia "Contos e crônicas para viagem". A obra "Quando a bondade prevalece" traz uma leitura composta de certa dramaticidade, o que desperta em nós o desejo de ver seus personagens alcançando a meta ideal da "iluminação", da valorização do ser e do AMOR. Mariano Pereira de Souza faz prevalecer em tudo o que escreve o sentido existencial do ser. Define com muita beleza o sentido da palavra "pai" e da palavra "filho". Defende, assim, em seu texto a idéia de que "se colhe aqui somente o que se plantou". Através da vida de seus personagens mostra o destino que é reservado àquele que vive pautando suas ações em objetivos mais autruísticos . Saimos do seu texto tocados profundamente pela história que narra –como cita no poema acima– "pequenas coisas que representam muito ao seu universo, revelando, assim, suas convicções e certezas".
Parabéns Mariano
O Organizador
Mensagens dos autores da Nova Coletânea sobre o trabalho do escritor Mariano Pereira de Souza:
Quando a bondade prevalece.
Fala Maria Angélica R. Generoso a convite do organizador
O Mariano me faz sentir muito à vontade junto ao projeto que sabemos ser de inclusão, mas que mesmo sendo assim, seleciona uma comunidade sensível e amadurecida para falar o que o mundo precisa ouvir. Reconheço na sua prosa o mesclar da poesia e a valorização da pessoa humana hoje mergulhada em meios ao fenômeno absurdo da insensibilidade, à falta de humanismo, afeto e amor verdadeiro. Um escritor para qualquer tempo e para este em que vivemos de um modo tão especial. Soube que era músico... Logo entendi que aí estava o poder de suas palavras chegarem ao nosso interior com tanta sensibilidade e verdade. Quero aqui parabenizá-lo pelo brilhante trabalho junto ao projeto e desejar que recolha os melhores frutos do seu talentoso exercício através da arte. Ao Bruno agradeço a oportunidade de trazer essas singelas palavras ao colega com quem já caminho junto a algum tempo exercitando nosso carisma literário.
Com cordialidade,
Maria Angélica R. Generoso
Livre Pensar Literário
Sobre a OBRA "Raízes" no livro "Poemas e Outros Encantos"
"Mãe, estou de volta"... Mariano, é realmente um observador e une aqui a literatura com suas outras habilidades artísticas. Podemos ouvir uma música ao fundo e a emoção latente que envolve o personagem perdido de si mesmo e pintar um quadro pelo sugestivo cenário que ele cria em nosso imaginário. O personagem procura sua raízes de modo contundente:
"Mãe, estou de volta, "... Aqui, o retorno à mãe é um retorno a seu elo perdido, à sua raíz, talvez inconscientemente quisesse reproduzir as sensações da infância, sentimento comum nos que se acham a percorrer pela vida caminhos distantes da sua realização emocional.
..."tudo está diferente ou (inexiste). Não achei o caminho, nem aquela cajazeira que ficava à beira daquele caminho"...
O que supriria o desejo do nosso personagem, essa pessoa comum, sobrevivente das grandes cidades, perdido em grandes vielas, longe dos afagos, da segurança, dos cheiros, da alegria e da experiência de reconhecer-se em tudo que está a sua volta, um tudo que muda a todo instante?
Mariano P. de Sousa, é um revelador do espírito irrequieto que toma aqueles que estão pelas grandes metrópoles. É um prosador poeta. A linguagem sempre expressiva e conveniente fala-nos do que é essencial. Sou, não de outra maneira, um admirador confesso dos seus trabalhos e o leio nas diversas páginas que voluntariamente expressa toda a sua musicalidade e o bem lidar com as palavras.
Quem é ele? O que faz?
É só ler o que ele próprio diz de si:
"Estou aprendendo a amar como uma criança aprende as cores, vou vendo em pequenos gestos, despercebidos aromas e flores. Estou aprendendo que o amor se vive, em qualquer lugar, em extremos da vida. Na chegada ou despedida pode se amar. Estou aprendendo a amar, num olhar triste, nas mãos frias a tremer ; na palavra que não saiu, mas se ouviu o que queria dizer..."
Edir Resende também diz:
Oi Mariano,
Estou conhecendo seus trabalhos. O Raízes é um encanto. Nele nós podemos viajar pelo nosso passado trazendo as boas coisas que a vida nos deu. Que saudade! e quem não sentiu isso na pele? Um belo trabalho que não pode cessar. Continue a escrever essas belas histórias. Eu quero ler tá bom?
Beijos
Fonte!novacoletanea.blogspot.com
A Nova Coletãnea através do amigo Bruno Ramos Resende e seu belo trabalho de publicação e dvulgação de novos escritores acaba de lançar na nona Bienal do livro de Salvador A Antologia "Contos e Crõnicas" para viagem.
Nessa Antologia tem um trabalho meu intitulado "Quando a bondade prevalece"
Aqui há alguns comentários e eu quero dividir com vocês.
Mariano Pereira de Souza - Escritor da Nova Coletânea
Mariano Pereira de Souza é poeta, contista e músico. Nasceu em Laje, no Estado da Bahia, perdeu seus pais quando tinha 2 anos, período em que foi morar com os avós. Após os seus 18 anos, mudou-se para São Paulo, onde vive até hoje. Casado com Elizabete da Silva Souza, tem um casal de filhos adolescentes, os quais julga serem suas jóias. Adora escrever por considerar a escrita um meio de registrar os degraus da escada da vida: alegrias, tristezas e façanhas ; sobretudo, quer passar o sentimento que tem aos leitores.
É ele que diz em sua poesia O próprio carisma em pessoa
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Estou voltando pra mim,
buscando o meu eu.
Revelando minhas certezas,
no centro do meu universo,
relembrando pequenas coisas,
mas que, pra mim, representam tanto...
O escritor tem grande sensibilidade e um trato peculiar com as imagens que sugere por meio de suas metáforas ou pela personalidade delineada de seus personagens. O fio emocional do discurso sempre revelará uma questão humana emocional ou familiar a ser trabalhada e desenvolvida. O amor em todas as nuances empreende uma verdadeira luta para se consolidar como resultado benéfico à vida de quem lhe credita a devida importância. Não foi diferente na narrativa que compôs para a antologia "Contos e crônicas para viagem". A obra "Quando a bondade prevalece" traz uma leitura composta de certa dramaticidade, o que desperta em nós o desejo de ver seus personagens alcançando a meta ideal da "iluminação", da valorização do ser e do AMOR. Mariano Pereira de Souza faz prevalecer em tudo o que escreve o sentido existencial do ser. Define com muita beleza o sentido da palavra "pai" e da palavra "filho". Defende, assim, em seu texto a idéia de que "se colhe aqui somente o que se plantou". Através da vida de seus personagens mostra o destino que é reservado àquele que vive pautando suas ações em objetivos mais autruísticos . Saimos do seu texto tocados profundamente pela história que narra –como cita no poema acima– "pequenas coisas que representam muito ao seu universo, revelando, assim, suas convicções e certezas".
Parabéns Mariano
O Organizador
Mensagens dos autores da Nova Coletânea sobre o trabalho do escritor Mariano Pereira de Souza:
Quando a bondade prevalece.
Fala Maria Angélica R. Generoso a convite do organizador
O Mariano me faz sentir muito à vontade junto ao projeto que sabemos ser de inclusão, mas que mesmo sendo assim, seleciona uma comunidade sensível e amadurecida para falar o que o mundo precisa ouvir. Reconheço na sua prosa o mesclar da poesia e a valorização da pessoa humana hoje mergulhada em meios ao fenômeno absurdo da insensibilidade, à falta de humanismo, afeto e amor verdadeiro. Um escritor para qualquer tempo e para este em que vivemos de um modo tão especial. Soube que era músico... Logo entendi que aí estava o poder de suas palavras chegarem ao nosso interior com tanta sensibilidade e verdade. Quero aqui parabenizá-lo pelo brilhante trabalho junto ao projeto e desejar que recolha os melhores frutos do seu talentoso exercício através da arte. Ao Bruno agradeço a oportunidade de trazer essas singelas palavras ao colega com quem já caminho junto a algum tempo exercitando nosso carisma literário.
Com cordialidade,
Maria Angélica R. Generoso
Livre Pensar Literário
Sobre a OBRA "Raízes" no livro "Poemas e Outros Encantos"
"Mãe, estou de volta"... Mariano, é realmente um observador e une aqui a literatura com suas outras habilidades artísticas. Podemos ouvir uma música ao fundo e a emoção latente que envolve o personagem perdido de si mesmo e pintar um quadro pelo sugestivo cenário que ele cria em nosso imaginário. O personagem procura sua raízes de modo contundente:
"Mãe, estou de volta, "... Aqui, o retorno à mãe é um retorno a seu elo perdido, à sua raíz, talvez inconscientemente quisesse reproduzir as sensações da infância, sentimento comum nos que se acham a percorrer pela vida caminhos distantes da sua realização emocional.
..."tudo está diferente ou (inexiste). Não achei o caminho, nem aquela cajazeira que ficava à beira daquele caminho"...
O que supriria o desejo do nosso personagem, essa pessoa comum, sobrevivente das grandes cidades, perdido em grandes vielas, longe dos afagos, da segurança, dos cheiros, da alegria e da experiência de reconhecer-se em tudo que está a sua volta, um tudo que muda a todo instante?
Mariano P. de Sousa, é um revelador do espírito irrequieto que toma aqueles que estão pelas grandes metrópoles. É um prosador poeta. A linguagem sempre expressiva e conveniente fala-nos do que é essencial. Sou, não de outra maneira, um admirador confesso dos seus trabalhos e o leio nas diversas páginas que voluntariamente expressa toda a sua musicalidade e o bem lidar com as palavras.
Quem é ele? O que faz?
É só ler o que ele próprio diz de si:
"Estou aprendendo a amar como uma criança aprende as cores, vou vendo em pequenos gestos, despercebidos aromas e flores. Estou aprendendo que o amor se vive, em qualquer lugar, em extremos da vida. Na chegada ou despedida pode se amar. Estou aprendendo a amar, num olhar triste, nas mãos frias a tremer ; na palavra que não saiu, mas se ouviu o que queria dizer..."
Edir Resende também diz:
Oi Mariano,
Estou conhecendo seus trabalhos. O Raízes é um encanto. Nele nós podemos viajar pelo nosso passado trazendo as boas coisas que a vida nos deu. Que saudade! e quem não sentiu isso na pele? Um belo trabalho que não pode cessar. Continue a escrever essas belas histórias. Eu quero ler tá bom?
Beijos
Fonte!novacoletanea.blogspot.com
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