Ah! Deixa comigo!
Vou deixando as queixas virem.
Você se queixa, eu me queixo e queixando-nos...
Também não podemos deixar assim...
Nas deixas as queixas vão diluindo-se
Se eu não me queixo as coisas ficam fora dos eixos.
Então apenas descanso o queixo.
Queixa de mim, queixa de você, deixando fluir
Assim o queixume só faz crescer.
Não se queixe a queixa pode ser utilizada
Para solucionar outras queixas
Então se mexa dê alguma deixa...
Não deixe que tudo seja motivo de queixa.
Se, se queixarem e não deixarem claro.
Deixe uma deixa para solucionar as queixas
E deixe bem claro,
Não queremos ouvir outros se queixarem!
Mariano P. Sousa
Amores e paixões
Um pouco de poemas, contos, crônicas e tudo que a inspiração me oferecer estarei deixando na escrita, pois esse meio de expresão deixa registrado; como você : pensa, sente e transmite esses sentimentos.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Fraturas
Fraturas
A vida quebra,
porque fica frágil.
no lado da esperança,
na área de um olhar bondoso,
com as linhas do coração.
Na porta da alegria,
que entra para a bondade.
No quintal da amizade
na árvore onde a abelha constrói
a sua colméia e fabrica o doce mel
e assim forma favos de doces saudades.
As vezes quebra o caminho do abraço,
o riacho do calor
que precisa dizer, estou aqui,
com um tapinha nas costas,
um afago nos cabelos...
Simples curativos
que cicatriza as fraturas
onde a vida as vezes quebra.
Mariano P. Sousa
A vida quebra,
porque fica frágil.
no lado da esperança,
na área de um olhar bondoso,
com as linhas do coração.
Na porta da alegria,
que entra para a bondade.
No quintal da amizade
na árvore onde a abelha constrói
a sua colméia e fabrica o doce mel
e assim forma favos de doces saudades.
As vezes quebra o caminho do abraço,
o riacho do calor
que precisa dizer, estou aqui,
com um tapinha nas costas,
um afago nos cabelos...
Simples curativos
que cicatriza as fraturas
onde a vida as vezes quebra.
Mariano P. Sousa
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Não
Não toque no meu coração
Ele ainda está lacerado
por um tipo de amor
Que tinha a aparência de flor
Mas cultivava espinhos afiados.
Não dilacere meu sentimento
Ele já está em pedaços
Atropelado por uma paixão
Onde os momentos ruins se dão
E os bons estão em colapso.
Não pise em minha tristeza
Ela tem os seus motivos
Existe pela distância
Longe ou perto se alcança
O caminho dos momentos vivos
Não zombe do meu olhar
de vê ele não sente vontade
As cores de um amor
Os castigo de uma dor
Trazidos da falsidade.
Não ria de mim assim
Deixe que eu dou gargalhada
De tudo que eu perdi
Da falta que eu senti
E a busca deu em nada.
Mariano P. Sousa
Ele ainda está lacerado
por um tipo de amor
Que tinha a aparência de flor
Mas cultivava espinhos afiados.
Não dilacere meu sentimento
Ele já está em pedaços
Atropelado por uma paixão
Onde os momentos ruins se dão
E os bons estão em colapso.
Não pise em minha tristeza
Ela tem os seus motivos
Existe pela distância
Longe ou perto se alcança
O caminho dos momentos vivos
Não zombe do meu olhar
de vê ele não sente vontade
As cores de um amor
Os castigo de uma dor
Trazidos da falsidade.
Não ria de mim assim
Deixe que eu dou gargalhada
De tudo que eu perdi
Da falta que eu senti
E a busca deu em nada.
Mariano P. Sousa
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Nômade
Perdido neste centro de cidade,
que seja: de Londres, São Paulo, Paris...
Perdido no mundo em busca de um caminho,
que faça esquecer as perdas da vida,
as bifurcações onde o caminho seguido
não foi o melhor.
Retido por um coração
que apesar de sofrido com as secas amorosas,
continua maleável a sede e a olhares
que escondem segredos.
Retraído por um medo inesperado,
que abre a porta deste mundo, sem prévio aviso.
Entretido com os degraus da escada obscura da vida,
que dita tudo e ouve nada.
Desaparecido dos laços de família,
de amizades antigas de tempos de infância inocente.
Querendo ser um segredo descoberto,
um mistério a céu aberto a ponto de se desvendar.
Mariano P. Sousa
que seja: de Londres, São Paulo, Paris...
Perdido no mundo em busca de um caminho,
que faça esquecer as perdas da vida,
as bifurcações onde o caminho seguido
não foi o melhor.
Retido por um coração
que apesar de sofrido com as secas amorosas,
continua maleável a sede e a olhares
que escondem segredos.
Retraído por um medo inesperado,
que abre a porta deste mundo, sem prévio aviso.
Entretido com os degraus da escada obscura da vida,
que dita tudo e ouve nada.
Desaparecido dos laços de família,
de amizades antigas de tempos de infância inocente.
Querendo ser um segredo descoberto,
um mistério a céu aberto a ponto de se desvendar.
Mariano P. Sousa
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Boas festas
Boas festas
Estamos vendo as ultimas alas
no ano que está findando o desfile.
Cada um de nós vivemos
os blocos: da alegria, da tristeza, da esperança,
da saudade, do reencontro, da perspectiva de novos horizontes
e da fé; porque sem ela não caminhamos para frente.
Feliz Natal e um Ano Novo com muita fé seguido de realizações.
Mariano P. Sousa
Estamos vendo as ultimas alas
no ano que está findando o desfile.
Cada um de nós vivemos
os blocos: da alegria, da tristeza, da esperança,
da saudade, do reencontro, da perspectiva de novos horizontes
e da fé; porque sem ela não caminhamos para frente.
Feliz Natal e um Ano Novo com muita fé seguido de realizações.
Mariano P. Sousa
sábado, 10 de dezembro de 2011
Mutuípe
Há! Minha cidade pequena.
Passaram-se tantos anos...
Eu voltei para te ver
e você não estava lá,
não era a mesma, cresceu,
espalhou-se por todas aquelas ladeiras,
ganhou novas arquiteturas...
As famílias já não se conhecem,
pois são muitas.
A ponte ficou velha, esburacada,
o rio que lhe banha regrediu
está parecendo um riacho!
Não pude ver peixes nadando
pois o que ainda resta do seu leito.
é sujo e sem vida.
Voltei, mas a saudade continuou,
junto comigo a cidade que eu vejo
ainda tem cheiro de flores do recôncavo
ainda se toma banho na água límpida
do rio sem poluição...
Ainda chegam os homens da roça,
montados em seus burros, jumentos,
mulas e ou cavalos.
Ainda existem animais amarrados no amarradouro.
Tem mulheres cantando “leva eu minha saudade“
enquanto lavam, esfregam e batem as roupas na pedra.
Mariano P. Sousa
Passaram-se tantos anos...
Eu voltei para te ver
e você não estava lá,
não era a mesma, cresceu,
espalhou-se por todas aquelas ladeiras,
ganhou novas arquiteturas...
As famílias já não se conhecem,
pois são muitas.
A ponte ficou velha, esburacada,
o rio que lhe banha regrediu
está parecendo um riacho!
Não pude ver peixes nadando
pois o que ainda resta do seu leito.
é sujo e sem vida.
Voltei, mas a saudade continuou,
junto comigo a cidade que eu vejo
ainda tem cheiro de flores do recôncavo
ainda se toma banho na água límpida
do rio sem poluição...
Ainda chegam os homens da roça,
montados em seus burros, jumentos,
mulas e ou cavalos.
Ainda existem animais amarrados no amarradouro.
Tem mulheres cantando “leva eu minha saudade“
enquanto lavam, esfregam e batem as roupas na pedra.
Mariano P. Sousa
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