Indicado pela minha amiga Zilda do Blog Somos todos aprendizes

Trajetos De Uma Estrada

Trajetos De Uma Estrada
Esse é o meu primeiro livro (Trajetos De Uma Estrada)

domingo, 26 de abril de 2009

Viciado em internet

ESSE POST FOI PUBLICADO NO BLOG BUSCANDO SONHOS DA MINHA AMIGA DJANE ALICE.
COM O TUDO EM EXAGERO PODE SER PREJUDICIAL. A INTERNET TAMBÉM. DEVEMOS VIVER O MUNDO REAL!



Este assunto, mesmo sendo de grande seriedade, ainda não é visto como doença pelos médicos, segundo tese do psicólogo Cristiano Nabuco. Nabuco acredita que admitir o problema é um passo difícil para o dependente, e que não há informação suficiente para um estudo mais aprofundado.
Necessidade de estar conectado à internet o tempo todo, falta de interesse pelo convívio social, uso do computador como forma de fugir de problemas e busca de alívio - esses são alguns dos sintomas que os dependentes da rede desenvolvem. E iIsso provoca conseqüências nas esferas sociais, emocionais e profissionais dele”, diz a psicóloga Luciana Nunes, especialista em antropologia do mundo virtual, ramo da psicologia que estuda as relações interpessoais por meio do computador.
As páginas mais procuradas na internet são aquelas que permitem uma relação de amizade com quem está do outro lado. Por isso, os clicks campeões levam a salas de bate-papo e sites de relacionamento, como o Orkut. Mas a psicóloga conta que o sexo virtual também está no topo da lista: “Nestes casos, entra em jogo o anonimato e a possibilidade de vivências com outras pessoas. O problema é quando essa situação do mundo virtual se sobrepõe à realidade e começa a interferir nos relacionamentos reais”.
A Dra Luciana conta o caso de uma de suas pacientes, de nome (fictício) Isabel que por email relata a Dra: “Eu me apaixonei por uma pessoa da internet. Sou casada e estou desesperada porque meu marido está desconfiado. E a pessoa (que ela conheceu pelo computador) se zangou e me tirou da vida dela”, relata a moça.
A psicóloga chama o problema de Transtorno de Dependência à Internet (TDI), e acredita que o “vício” tem cura, desde que o mesmo queira esta cura e ache o caminho adequado para se tratar. “Acredito no processo de melhora e controle por parte da pessoa que está passando por essa fase de dependência, mas todo transtorno emocional precisa de tratamento específico”, alerta a especialista.
Todo transtorno emocional precisa de um tratamento específico. Procurando um profissional que entenda a influência da internet no comportamento e na dinâmica intra-psíquica, acredito na cura”, completa a psicóloga.
Esses trabalhadores da saúde e especialistas em compulsão por compultador criam um email de tratamento aos portadores.Eis o endereço do emial onde poderemo conectar com esses profissionais de ajuda: e-mail é nppi@pucsp.br.

5 comentários:

Marcos Santos disse...

Muito bom e instrutivo Mariano.

Eu a algum tempo aderi ao slowblog, meu blog deixou de exercer pressão sobre mim e transformou-se apenas numa janela. A primeira medida para tal foi retirar a data das postagens, reduzindo a pressão por novas postagens, a segunda foi, na medida do possível, postar assuntos atemporais, a terceira foi reduzir ao máximo participar de blogagens coletivas.

Abração

Lau disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lau disse...

Muito oportuno, Mariano, seu post.Esse transtorno,embora muitos médicos não considerem doença, é mais sério do que parece.
A compulsão pela Internet pode destruir amizades, amores, trabalho e até a saúde – física e mental.
Eu estabeleço horários para navegar,há um tempão.
Parabéns , pelo tema!!!
Beijos

E.T. Desculpe ...tive de apagar o comentário anterior porque troquei o seu nome.Vi a foto do Marcos e acabei escrevendo o nome dele. rsrs

Mariano P. Sousa disse...

brigada Lau e marc s ela leitura e comentários!
Eu também estabelec horários para usar internet.
Até porque aqui em casa ela é muito disputada rsrs!

Ricardo Calmon disse...

Meu Bom Cumpadi Mariano:

Oportuno post seu,mas o vício compulsivo é o mal desse século que se inicia,do alocol,às drogas,à internet,cada um somatiza de acordo com a ansiedade e psiquê que vive o momento!
Te abraço amigo porreta e querido!

Viva a Vida!